CAFÉ ARÁBICA BRASILEIRO

Um reencontro
com o sabor
do café.

Da Zona da Mata mineira à sua xícara, uma proposta de resgate do paladar e da memória do café. A história da família Garcia inspira esse reencontro.

Conheça a inspiração
MEMÓRIA · ORIGEM · SABOR
Composição ilustrativa do pacote Café Garcia 1810 com rótulo Café Arábica 82+, sobre madeira, com fileiras de café e colinas ao fundo
GARCIA 1810Memória em cada xícara.
Retrato do idealizador sentado à mesa, com uma xícara de café nas mãos
Comendador Carlos Alberto Garcia Idealizador da iniciativa

A INSPIRAÇÃO

A memória encontra
o paladar.

Para o Comendador Garcia, revisitar a história da família é também um convite a resgatar a relação com o café: perceber o aroma, apreciar o sabor e valorizar sua origem.

Com identidade própria, o Café Garcia 1810 leva essa inspiração à xícara. A proposta é reaproximar as pessoas do prazer de um bom café e dos encontros que ele proporciona.

Comendador Garcia Memória, origem e sabor

O NOME E A MEMÓRIA

Uma referência ao passado.
Uma inspiração para o presente.

Antes da marca,
os caminhos.

Na pesquisa sobre os Garcia de Mattos, o ano de 1810 aparece ligado à presença de Francisco Garcia de Mattos em Santa Rita do Ibitipoca, Minas Gerais.

É uma janela para um tempo de deslocamentos, relações entre famílias e circulação de mercadorias. Uma memória que o projeto do Comendador Garcia se propõe a revisitar e compartilhar.

1810 conecta a memória histórica à identidade contemporânea do Café Garcia.

Conheça as referências históricas

A FAMÍLIA NO TEMPO

Raízes,
caminhos e
transformações.

Os Garcia de Mattos aparecem na história de Minas entre o transporte por tropas, a vida rural, o café e a participação municipal.

A referência portuguesa

A história dos Garcia de Mattos reúne raízes nas ilhas portuguesas e caminhos construídos em Minas Gerais, entre famílias, terras e café.

Conheça a continuidade familiar
  1. 1810

    SANTA RITA DO IBITIPOCA

    Um registro em Minas

    Francisco Garcia de Mattos aparece na documentação familiar estudada por Braga. Esse marco inspira a memória revisitada pelo projeto.

  2. 1820

    CHAPÉU D’UVAS

    Outros caminhos, novas raízes

    A pesquisa situa Francisco em Chapéu D’Uvas, na região que viria a integrar Juiz de Fora.

  3. 1850

    TRANSPORTE E COMÉRCIO

    As tropas e o café

    Na primeira metade do século XIX, Francisco, Antônio e Manoel são associados ao transporte da produção cafeeira da família Armond.

  4. 1856

    SÃO PAULO DO MURIAHÉ

    A presença na Zona da Mata

    Entre 1854 e 1856, registros de terras documentam José e Manoel na região. Em 1856, Manoel já residia em São Paulo do Muriahé, atual Muriaé.

  5. 1868

    VIDA PÚBLICA MUNICIPAL

    Participação nas instituições

    Segundo o estudo, Manoel Garcia de Mattos presidiu a Câmara Municipal de São Paulo do Muriahé entre 1867 e 1868.

  6. 1879

    CAFÉ E FERROVIA

    O patrimônio registrado

    O inventário de Manoel reúne 50 mil cafeeiros na Boa União e dez ações da Estrada de Ferro do Carangola.

Períodos representados pelo ano final; 1850 é uma referência aproximada. Fonte: Braga, 2017, pp. 62–82. A memória familiar do Comendador Garcia dá continuidade a esta viagem pela história.

MEMÓRIAS DO COMENDADOR GARCIA

Família Garcia — raízes,
trabalho e continuidade.

Na memória compartilhada pelo Comendador Garcia, a trajetória de sua família remonta a José Garcia de Mattos, cuja descendência se ramificou por Minas Gerais. Quatro gerações conectam essas raízes à sua história pessoal.

  1. BISAVÔ

    José Garcia
    de Mattos

    O ponto de partida das quatro gerações aqui reunidas, nas raízes mineiras da família Garcia.

  2. AVÔ

    José Bernardo
    Garcia

    Conhecido pessoalmente pelo neto, faleceu em 1971, aos 109 anos. Deixou uma memória marcada pelo trabalho, pela experiência e pela perseverança.

  3. PAI

    José Bernardo
    Garcia Filho

    No século XX, migrou de Minas Gerais para o Rio de Janeiro. Sua trajetória aproximou-se da terraplanagem, da engenharia, da urbanização e dos empreendimentos. Faleceu em 1992.

  4. CONTINUIDADE

    Comendador
    Carlos Garcia

    Filho de José Bernardo Garcia Filho, neto de José Bernardo Garcia e bisneto de José Garcia de Mattos. Presidente e CEO do Grupo Seaplan, leva adiante essa trajetória de trabalho e empreendedorismo.

Ao longo das gerações, o relato familiar percorre diferentes ciclos econômicos: do tropeirismo ao cultivo e comércio do café; da mineração à expansão ferroviária; da terraplanagem à engenharia e ao desenvolvimento urbano.

É uma história de continuidade, adaptação e transformação. Para o Comendador Garcia, as experiências das gerações anteriores representam tanto uma herança quanto a responsabilidade de levá-la adiante no empreendedorismo contemporâneo.

“Quatro gerações. Mais de dois séculos de raízes. Uma história construída pelo trabalho e projetada para o futuro.”

Comendador Garcia

OS CAMINHOS DO CAFÉ

O café movimentava
mais que mercadorias.

Fotografia histórica da estação de Carangola com uma composição ferroviária e pessoas na plataforma
Estação de Carangola. Data não identificada.Crédito: Antigo Carangola.

Antes dos trilhos, as tropas aproximavam propriedades, mercados e pessoas. Na Zona da Mata, os caminhos do café também carregavam notícias, encontros e transformações.

O estudo sobre os Garcia de Mattos identifica sua ligação com o tropeirismo e a economia rural. No inventário de Manoel Garcia de Mattos, de 1879, registra um cafezal na Fazenda Boa União e uma participação acionária na Estrada de Ferro do Carangola.

Essa história também inclui o trabalho de pessoas escravizadas e das comunidades que sustentaram a economia do período. Preservar a memória é reconhecer as pessoas que a construíram.

  1. PESQUISA FAMILIAR1810

    Uma presença documentada

    Francisco Garcia de Mattos em Santa Rita do Ibitipoca, segundo a pesquisa histórica.

  2. CAFÉ E TRANSPORTES1879

    Uma economia em movimento

    O estudo registra 50 mil pés de café e dez ações ferroviárias no inventário de Manoel.

  3. HISTÓRIA DO MUNICÍPIO1887

    Os trilhos chegam à cidade

    A Prefeitura de Carangola situa em 10 de julho a chegada de um trem da Alto-Muriahé.

Marcos de contextos distintos: família, atividade econômica e município. Referências ao final da página.

O CAPÍTULO CONTEMPORÂNEO

Outros setores.
Novos horizontes.

No presente, o resgate da memória é conduzido pelo Comendador Garcia. Sua trajetória empresarial está ligada ao Grupo Seaplan, identificado na imprensa com atuação em construção civil, mineração e hotelaria.

A cronologia empresarial tem seus próprios marcos. É nesse capítulo contemporâneo que se insere a iniciativa do Café Garcia 1810.

  1. 1929

    MEMÓRIA EMPRESARIAL

    Raízes empresariais

    A apresentação institucional da Seaplan situa em 1929 o início da atuação do grupo empresarial ao qual pertence.

  2. 1970

    CONSTRUÇÃO CIVIL

    A fundação da Seaplan

    A Seaplan Construções, Participações e Empreendimentos é fundada, estabelecendo um marco próprio da história da empresa.

  3. 2000

    GESTÃO E PROCESSOS

    Uma agenda de qualidade

    Segundo a empresa, em janeiro começa a implantação de um sistema de gestão ligado ao Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, o PBQP-H.

  4. 2023

    ATUAÇÃO MULTISSETORIAL

    Comendador Garcia à frente do grupo

    Reportagem do DF Esportes identifica o Comendador Garcia como CEO e cita construção civil, mineração e hotelaria entre as áreas do grupo.

Referências: apresentação institucional da Seaplan e DF Esportes, 4 de julho de 2023.

EXPERIÊNCIA E ARTICULAÇÃO

Projetos também se constroem
com relações institucionais.

O perfil institucional do Comendador Garcia reúne experiências nas áreas de engenharia, mineração, gestão de projetos internacionais e políticas públicas. Essa experiência compõe o contexto profissional de quem hoje propõe aproximar memória, café e desenvolvimento regional.

Perfil profissional · Comendador Garcia

HOJE

A memória inspira. O sabor aproxima. Com identidade própria, o Café Garcia 1810 conecta essa proposta de resgate à experiência na xícara e ao projeto do Polo Gastrocafeicultor.

Conheça o café

HISTÓRIA DO GRUPO SEAPLAN

A união que fortalece o agro brasileiro e transforma a África no segundo celeiro do mundo.

Grupo Seaplan · Memória institucional

Com 95 anos de dedicação ao agronegócio, o Grupo Seaplan, em parceria com a marca Agro é Nosso e o Banco AN, solidifica sua posição como uma das principais forças do setor agro no Brasil. A marca Agro é Nosso se destaca como uma das representantes mais importantes do agronegócio brasileiro, sendo sinônimo de inovação, sustentabilidade e impacto global.

O Grupo Seaplan, através de sua subsidiária Agricongo Alliance S.A., juntamente com a Seagen-Congo, está expandindo sua expertise para o continente africano, em um esforço monumental para transformar a África no segundo celeiro do mundo. Esta iniciativa não só visa à autossuficiência alimentar das nações africanas, mas também a contribuir significativamente para a segurança alimentar global.

A parceria com o Banco AN permite que o Grupo Seaplan opere com eficiência em todo o território nacional, garantindo que os melhores fornecedores estejam alinhados com os objetivos de expansão e sustentabilidade do agronegócio. O apoio constante da EMBRAPA reforça essa missão, trazendo tecnologia de ponta e técnicas agrícolas avançadas que serão implementadas tanto no Brasil quanto na África.

Com essa união estratégica, Celso Sá, da Oslec Investimentos, Carlos Alberto Garcia, presidente do Grupo Seaplan, e Ari Agro, líder da marca Agro é Nosso, estão na vanguarda de um movimento que promete revolucionar a agricultura global. Juntos, ultrapassam mais de um século de experiência, trabalhando em prol de um futuro em que a África se torne uma potência agrícola, capaz de alimentar o mundo e gerar prosperidade para seu povo.

Agro é Tech. Agro é Pop. Agro é Nosso.

Esta parceria não só celebra o sucesso do agro brasileiro, mas também projeta um futuro promissor para o continente africano, transformando desafios em oportunidades e consolidando a África como o próximo grande celeiro do mundo.

Parabéns, Carlos Alberto Garcia e Ari Agro, por essa visão inspiradora e pela dedicação em transformar o mundo através do agro!

O TERRITÓRIO

Minas na paisagem.
O café na cultura.

Carangola guarda a memória dos trilhos e integra a região cafeeira das Matas de Minas. Cidade e campo se encontram em uma cultura de produção, comércio e hospitalidade.

Conhecer esse universo é parte do reencontro proposto pela marca: olhar para além da xícara, valorizar a cultura do café e reconhecer o território que inspira sua história.

CARANGOLAZona da Mata · Minas Gerais

ORIGEM E SABOR

Redescobrir o café.
Valorizar sua origem.

Do aroma que desperta lembranças à pausa para apreciar a xícara, Café Garcia 1810 convida a redescobrir o prazer de um bom café.

Paisagem ilustrativa com casarão branco, janelas azuis, cafezais e colinas sob neblina
Paisagem cafeeira · Imagem ilustrativa.

CAFÉ GARCIA 1810 · PERFIL DO PRODUTO

O café
Arábica · café especial
Pontuação
82+
Origem
Zona da Mata mineira
Altitude de cultivo
Cerca de 1.200 metros
O horizonte
Mercados nacionais e internacionais

Uma marca independente, com identidade própria. Pedido de registro da marca depositado no INPI.

CONHECER PARA ESCOLHER

Aprenda a selecionar
os grãos.

Qual escolher?

82+

Escolha o 82+ se você procura um café para o dia a dia e valoriza o custo-benefício. Na escolha do lote, procure uma bebida equilibrada, sem amargor de torra excessiva.

84+

Escolha o 84+ se você deseja explorar notas sensoriais naturais e mais nuances na xícara. Se prefere doçura e corpo, confira esses atributos na descrição do lote. Notas sensoriais não significam adição de aromatizantes.

Você está pensando em comprar grãos para testar ou quer entender melhor uma embalagem específica que encontrou?

Considere também o método de extração que você mais usa: coado, prensa francesa ou espresso.

Combine pontuação, descrição sensorial, origem e método de preparo para encontrar o perfil de café que combina com seu paladar.

ANTES DA XÍCARA

O cuidado que
preserva o sabor.

O reencontro com o café começa antes do preparo. A seleção dos grãos, a secagem e a conservação fazem parte do caminho que influencia a experiência na xícara. Conhecer esses cuidados é também aprender a valorizar o café.

  • Seleção

    Olhar para cada grão.

    Observar os grãos e identificar defeitos ajuda a compreender a qualidade da matéria-prima. A seleção é um dos cuidados que antecedem a bebida.

  • Secagem

    Atenção ao processo.

    O manejo da secagem influencia a qualidade do café. O acompanhamento da umidade e das condições do processo ajuda a preservar o potencial dos grãos.

  • Conservação

    O cuidado continua.

    Depois da secagem, um ambiente limpo, ventilado e protegido da umidade contribui para conservar as características do café até as próximas etapas.

CONHECIMENTO QUE APROXIMA

CURSO ONLINE EM PREPARAÇÃO

Para quem vive o café.
E para quem quer conhecê-lo melhor.

Você trabalha com café ou gosta de entender o que torna uma xícara especial? Estamos preparando um curso online para aproximar você dos cuidados que preservam a qualidade dos grãos, com explicações claras e exemplos do dia a dia.

Para quem trabalha com café

Produtores, fornecedores e equipes: conheça práticas de secagem, armazenamento e acompanhamento de lotes.

Para quem aprecia um bom café

Entenda o caminho antes da xícara e a importância da origem, do cuidado e da conservação.

O QUE VOCÊ VAI DESCOBRIR

  1. O cuidado na secagem

    Manejo, clima e uniformidade: entenda por que cada etapa merece atenção.

  2. Qualidade que se conserva

    Embalagem, ambiente e organização para acompanhar o café depois da secagem.

  3. Um olhar mais atento

    O que observar, registrar e perguntar para conhecer melhor cada lote.

Quero conhecer o curso

COMO ESTAMOS PLANEJANDO AS AULAS

  • Vídeos curtos, com explicações diretas.
  • Imagens e comparações para entender na prática.
  • Perguntas rápidas e materiais para consultar depois.

O foco inicial será a secagem e o armazenamento na pós-colheita, com uma introdução acessível também a quem aprecia café.

Inscrições ainda não abertas. Programa final e valores serão divulgados nesta página.

A VISÃO DE FUTURO

Um lugar para
o café. E para
o reencontro.

O projeto do Polo Gastrocafeicultor da Zona da Mata pretende levar essa proposta para além da xícara, reunindo produção, memória, gastronomia e turismo em uma experiência de valorização do café e do território.

PROJETO EM DESENVOLVIMENTO
  1. 01

    Produção & qualidade

    Aproximar produtores e conhecimento, da seleção dos grãos ao preparo do café.

  2. 02

    Cultura & memória

    A proposta inclui um Museu Vivo do Café Garcia e a produção de um documentário sobre a memória familiar e a cafeicultura regional. Fotografias, documentos e histórias poderão aproximar diferentes gerações dos caminhos do café na Zona da Mata.

  3. 03

    Gastronomia & hospitalidade

    Desenvolver experiências de degustação e convivência, com espaço para perceber aromas, apreciar sabores e conhecer formas de preparo.

  4. 04

    Turismo & território

    Conectar lugares, paisagens e pessoas em uma proposta de visitação e valorização regional.

MEMÓRIA QUE INSPIRA. SABOR QUE APROXIMA.

Um reencontro com o sabor.
Uma conexão com a origem.

Café Garcia 1810 · Uma iniciativa do Comendador Garcia.

Redescubra o café
Referências e créditos

Fontes históricas e institucionais sobre a família Garcia de Mattos, o Grupo Seaplan e a cultura do café. Memória familiar: Comendador Garcia.

Retrato do Comendador Garcia, identidade visual e fotografia original do produto: acervo Café Garcia 1810. Imagem de abertura: composição ilustrativa com edição por inteligência artificial. Paisagem cafeeira com casarão: imagem ilustrativa do acervo. Fotografia da estação de Carangola: crédito Antigo Carangola. Selo Agro é Nosso: reprodução da imagem original.